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domingo, 1 de maio de 2011

Estilo Manuelino


O Estilo manuelino, por vezes também chamado de gótico português tardio ou flamejante, é um estilo arquitectónico, escultórico e de arte móvel que se desenvolveu no reinado de D. Manuel I e prosseguiu após a sua morte, ainda que já existisse desde o reinado de D. João II.
O Estilo desenvolveu-se numa época propício da economia portuguesa e deixou marcas em todo o território nacional.

 No seu conjunto, pouco muda relativamente à estrutura formal do gótico alemão e pitoresco. O alçado interior das igrejas mantém-se através da orientação este-oeste, da planta, dos sistemas de suporte e cobertura, do cálculo de proporções. As naves da mesma altura, influência das igrejas-salão alemãs, de cinco tramos, ausência de transepto e cabeceiras rectangulares são as principais características diferenciais. Apesar de ser essencialmente ornamental, o Manuelino caracteriza-se também pela aplicação de determinadas fórmulas técnicas da altura, como as abóbadas com nervuras polinervadas a partir de mísulas.

A arquitectura do gótico-manuelino integra-se no modo típico de construção do gótico e desenvolve a tendência da arte final deste estilo para a descompartimentação e homogeneização dos espaços interiores. Esta característica explica a preferência típica do manuelino pelas igrejas-salão.







 





Escultura  
No domínio da escultura, a arte renascentista portuguesa concentrou-se sobretudo na feitura de retábulos (estrutura de pedra ou madeira, ornamentada, que se ergue na parte posterior do altar e que contém normalmente um quadro religioso), imagens de santos e túmulos onde estão bem patentes duas das suas características fundamentais: a proporção e o realismo.


 
Na Pintura, a influência renascentista fez-se sentir sobretudo através da escola flamenga, graças às obras importadas da Flandres e à presença de pintores originários desta região da Europa. Essa influência revela-se na concepção do espaço, no emprego de motivos renascentistas na ornamentação de arquiteturas, em mobiliário, objectos vários e no realismo da representação da figura humana e da Natureza.

 Web grafia:
http://www.notapositiva.com
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estilo_manuelino
Imagens google associadas ao tema

domingo, 17 de abril de 2011

A Arquitectura Gótica

Arquitectura gótica é um estilo arquitectónico que segundo pesquisas, é evolução da arquitectura românica e precede a arquitetura renascentista. Foi desenvolvido na França em pleno período medieval, onde originalmente se chamava "Obra Francesa" (Opus Francigenum). O termo 'gótico' só apareceu no final do renascimento como um insulto estilístico.
Com o gótico, a arquitectura ocidental atingiu um dos pontos culminantes da arquitectura pura. As abóbadas cada vez mais elevadas e maiores, não apoiavam-se em muros e paredes compactas e sim sobre pilastras ou feixes de colunas. Uma série de suportes que eram constituídos por arcobotantes e contrafortes possuíam a função de equilibrar de modo externo o peso excessivo das abóbadas. Desta forma, imensas paredes espessas foram excluídas dos edifícios de género gótico e foram substituídas por vitrais e rosáceas que iluminavam o ambiente interno.
Até as actualidades, a origem do termo "gótico" é um mistério; existem muitas teorias a respeito: algumas razoáveis mas outras muito polémicas. Ao longo da história, o termo foi adoptado como uma género de diversas manifestações artísticas e culturais.

Arcos de ogiva
Pessoas avistando uma das entradas do oeste da Catedral de Amiens, França. Os portais possuem traços ogivais góticos e foram construídos durante meados do século XIII.
Os arcos de meia circunferência que haviam sido usados em igrejas e catedrais de arquitetura românica faziam com que todo o peso da construção fosse descarregado sobre as paredes, obrigando um apoio lateral resistente como pilares maciços, paredes mais espessas, poucas aberturas para fora tornando, consequentemente, o interior das estruturas eclesiásticas mais escuras e cada vez menos agradável.


Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_g%C3%B3tica
Imagens:Google

domingo, 20 de março de 2011

Video sobre a Peste Negra

A Peste Negra

A Peste Negra

Peste negra é a designação por que ficou conhecida, durante a Baixa Idade Média, a pandemia de peste bubónica (português europeu) ou bubônica (português brasileiro) que assolou a Europa durante o século XIV e dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas, sendo que alguns pesquisadores acreditam que o número mais próximo da realidade é de 75 milhões , um terço da população da época.

A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas (Xenopsylla cheopis) dos ratos-pretos (Rattus rattus) ou outros roedores. Os surtos de peste bubônica têm origem em determinados focos geográficos onde a bactéria permanece de forma endémica, como no sopé dos Himalaias e na região dos Grandes Lagos Africanos. As restantes populações de roedores infectados hoje existentes terão sido apenas contaminadas em períodos históricos.

As populações de alguns roedores das pradarias vivem em altíssimos números em enormes conjuntos de galerias subterrâneas que comunicam umas com as outras. O número de indivíduos nestas comunidades permite à peste estabelecer-se porque, com o constante nascimento de crias, há sempre suficiente número de novos hóspedes de forma contínua para a sua manutenção endémica. Naturalmente que as populações de ratos e de humanos nas (pequenas) cidades medievais nunca tiveram a massa crítica contínua de indivíduos susceptíveis para se manterem. Nessas comunidades de homens, a peste infecta todos os indivíduos susceptíveis até só restarem os mortos e os imunes. Só após uma nova geração não imune surgir e se tornar a maioria, pode a peste regressar. Nas comunidades humanas, portanto, a peste ataca em epidemias.
Webgrafia:
Imagens foram retirados: google imagens

Reflexação sobre o módulo 3

Sobre o módulo 3 penso que atingi os objectivos relativos a este módulo porque a matéria em si foi um pouco agradável. A matéria que mais gostei foi a arquitetura mulçulmana e a pintura no entanto o resto da matéria também foi apelativa e importante ao meu estudo.
O que tem me dado mais na cabeça é o blog, tenho me esforçado bastante para tentar enriquece-lo ao máximo para assim quem o visitar poder ver algo de novo. No outro período a professora chamou-me atenção relativamente ao titulo e já o alterei, para assim o melhor poder ver. Neste módulo mudei-o radicalmente, acho que é o mais enriquecido da minha turma, tem tudo o que foi pedido e muito mais coisas de valor importante. Tem tudo o que diz respeito à configuraçao da avaliação entre outras coisas.
No que diz respeito ao PIAV acho que fui partecipativo, até questionei bastante sobre este módulo porque estava com bastantes duvidas mas que lá se resolveram e acho que mereço um 15 visto que no outro período tive 15. Desde já deixo o meu pedido sincero de desculpas por o meu mau comportamento na sala de aula e não culpo ninguem por o ter feito. Desculpe mais uma vez.
Considero que este módulo pode vir a ser útil no futuro para melhor entender tudo sobre história das artes porque aprendi e consegui melhorar o meu aproveitamento.
Acho que tenho um bom blog, no meu ver e gostaria de ter um 17 ou até mesmo 18 porque tá mesmo muito bom, não me gosto de gabar mas se o tenho que dizer é porque o acho, na minha opinião.
Tendo em conta os parâmetros da avaliação referidos anteriormente avalio o meu trabalho com MB e demonstrei participação e interesse que justifica uma nota de 14.
Agora espero para ver o teste.
Obrigado e desculpas por tudo.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A arte moçárabe

arte moçárabe foi a arte produzida pelos cristãos peninsulares que viviam em território muçulmano, submetidos ao califa e/ou que possuíam territórios muçulmanos. Desenvolveu-se entre os sécs. IX e XI, recebendo influências artísticas Hispano-visigóticas, asturianas e califais (muçulmanas).

Arquitectura
arquitectura moçárabe é caracterizada principalmente pela construção de igrejas. Estas eram feitas em pedra, com aparelho de boa silharia, por vezes alvenaria e tijolo; possuíam plantas de cabeceira recta e absides contrapostas; utilização de arcos em ferradura, de inspiração califal, com moldurarão rectangular, em alfiz, e decoração com motivos vegeta listas e geométricos; uso de coberturas de abóbadas (canhão, de aresta e ou galonadas) ou planas e em madeira, cobertas com telhados de duas águas.
Escultura
Na escultura moçárabe predominam os relevos, uma vez que a estatuária foi praticamente banida pelo retrocesso técnico e pela tendência anti-icónica da época. Estes foram usados, quase que exclusivamente, na decoração dos modilhões dos beirais dos telhados, dos capitéis e aras de altar. Caracterizam-se pelos motivos geométricos, motivos naturalistas como videiras e motivos figurativos como pássaros ou figuras humanas com gestos de bênção;
- Para além dos relevos foi também produzida uma arte móvel que se traduziu em trabalhos de metal (cálices, cruzes de altar, patenas...) com uma técnica de fino cinzelado, semelhante à da filigrana.
Pintura
 pintura moçárabe é a arte mais difícil de caracterizar pelos poucos trabalhos que chegaram até aos nossos dias. No entanto destacam-se as miniaturas, plenas de fantasia e expressividade, muito importantes por terem lançado uma tradição que serviu de base às iluminuras românicas (repertórios formais e iconográficos retirados da influência do mundo oriental). Estas utilizaram uma vasta gama cromática, onde sobressaem os amarelos e vermelhos vivos, de grande carga expressiva.
A pintura esta bem documentada é documentada é das miniaturas, base de tradição românica. As miniaturas moçárabes estão recheadas de fantasias e realizadas numa ampla e viva gama cromática.